Porto Alegre, 6 de fevereiro de 2012 .
 

Nascido em 1963. Formação acadêmica:

Universidade
Curso
Conclusão

UFRGS

História / Licenciatura
1987

UFRGS

História / Bacharelado
1992
PUC
Jornalismo
1985


Comecei lecionar em 1986, pouco antes de me formar. Criei o Dominó em setembro de 1993, quando estava no 8 º ano de experiência com Vestibulares, pois sempre lecionei no Ensino Médio, nas três séries. Em 2008, estou completando 22 anos de vestibulares.

Concluí o Curso de Extensão Universitária de Introdução à Arqueologia Histórica pela UFRGS em 1986.

Fui bolsista da FAPERGS (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul) e do CNPq (Conselho Nacional de Pesquisa) entre 1988 e 1992.

Para dar conteúdo ao Dominó, desenvolvi um banco de dados com mais de 18 mil questões: o acervo é grande: UFRGS (desde 1972), PUCRS (desde 1974) e de outras 46 universidades, com destaque para FURG, UFPEL, UFSM, UFSC, UPF, UCS, Ritter, Unisinos, Urcamp, FUVEST, FGV, UFSCAR. Para não depender de ninguém, fiz curso de banco de dados e de computação gráfica, o que permitiu desenvolver todas as etapas da produção do Dominó de História.

Na verdade são 10 Dominós:

  1. Brasil Colônia ( 1500 a 1822)
  2. Brasil Império ( 1822 a 1889)
  3. República Velha e Era Vargas ( 1889 a 1945)
  4. Brasil Pós-45
  5. Grécia
  6. Roma
  7. Idade Média
  8. Idade Moderna
  9. Século XIX
  10. Século XX

Comecei a usar o Dominó no final de 1993 e lecionava em casa. A partir de 1997, me afastei das escolas e cursos para me dedicar integralmente ao curso do Dominó. Em maio de 2001, iniciei as atividades no endereço atual, da Fernandes Vieira, Bairro Bonfim.

A partir de 2005, começaram a se matricular no curso advogados, administradores, bacharéis em Turismo, estudantes de jornalismo e até um professora de Física, todos aspirantes a uma vaga no , com o objetivo de se prepararem para o TPS, o Teste de Pré-seleção. Foi uma experiência nova e gratificante.

Em 1996, iniciei a produção de material fotográfico sobre o nordeste, os PARQUES NACIONAIS com ou sem pinturas rupestres: no Piauí, estive duas vezes visitando os Parques da Serra da Capivara e das Setes Cidades , sem dúvida, a paisagem mais surpreendente que vi. No Maranhão, estive no Parque dos Lençóis Maranhenses . No Ceará, no Parque de Ubajara . No Rio de Janeiro, nos Parques de Itatiaia e da Ilha Grande . Em Minas Gerais , foram os Parques Nacionais da Serra do Cipó e do Caparaó ; e os Parques Estaduais da Ibitipoca e do Caraça . Também visitei as cidades históricas de Congonhas, Ouro Preto, Mariana, Diamantina, Tiradentes.

Na Bahia, estive 19 vezes (em 8, fui e voltei de carro, um Uno Mille, motor mil), no Parque Nacional da Chapada Diamantina , que serviu de base para alcançar os demais parques nordestinos. A maioria dos Parques de Minas Gerais foram base de subida para a Bahia. No interior da Bahia, percorri mais de 7 mil quilômetros de trilhas, registrando pessoas, fauna, flora, canyons, montanhas. Ao todo, foram mais de 80 mil quilômetros de carro, o que dá duas voltas na Terra. O resultado dessas viagens vai estar disponibilizado nos próximos meses e anos. Antes de cursar História na UFRGS, eu cursava Biologia na mesma Universidade, o que me despertou interesse pela fauna e flora.

A foto abaixo foi tirada em 2008, no Parque Nacional da Serra da Capivara no Piauí.

Sou um privilegiado em termos de História. Nos anos de 1983 a 1985, fui fotógrafo na Assembléia Legislativa e tive oportunidade de cobrir jornalisticamente eventos como a Campanha das Diretas Já, em 1984. Conheci e fotografei uma série de pessoas que, mais tarde, viraram personagens das minhas aulas: Luis Carlos Prestes, Lula, Brizola, Fernando Henrique Cardoso, Ulysses Guimarães e dezenas de políticos que alcançaram o poder: Pedro Simon, Alceu Collares, Jair Soares, Olívio Dutra, Tarso Genro, Raul Pont, José Fogaça e mais outras personalidade, entre elas, Mario Quintana.

Até quando tenho azar, sou brindado com a sorte. Em 1984, estava com uma pedra no rim, hospitalizado no Ernesto Dornelles. Durante duas semanas compartilhei o quarto com um senhor nascido em 1900, profundamente lúcido aos 84 anos, Nicolau, " seu criado", como ele se apresentou. A UFRGS estava em greve e eu estava cercado de livros da faculdade. Nicolau perguntou se eu ouvira falar em Luís Carlos Prestes e desandou a contar seu passado militar: como clarim (corneteiro) da Brigada Militar, foi destacado para perseguir a Coluna Prestes e estava no comboio ferroviário que levou Getúlio Vargas ao Rio de Janeiro, na Revolução de 1930. E assim foi. Só não soube me dizer em que lado esteve na Revolução de 1923, pois passou apenas dois dias como voluntário, sem que tivesse tempo de ser esclarecido pelo que se lutava.

 


O Professor Pedro e suas sobrinhas, Céo e Liz.

 

 
www.dominodehistoria.pro.br - Todos os direitos reservados
Website by Camila Moscardini